Enfim

| foto: oticacotidiana


Às vezes, você se prende tanto nos “quase”:
quase qualquer coisa,
quase amor,
quase conexão,
quase relacionamento,
quase uma entrega total,

que, quando o enfim, enfim, aparece,

você já não acredita ser merecedor.
Você já não acredita que o outro possa ser.

Entre tantos “quase” e “enfim”,
talvez você se perca
e perca a fé em algo real.

O “enfim” pode não ser um susto.
Pode ser um convite.

E então, talvez você fique,
talvez aceite e acredite,
talvez viva algo real e inesquecível.

 

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